É o som do teu silêncio que me aflige. É o não dito que me assalta e me perturba. E nada pode a minha palavra trémula contra a couraça que te envolve. Escrevo e sinto e aqui te beijo, sem verbo nem corpo. Contra o que quero, contra o que espero... Serás sempre senhor do meu olhar e do meu tempo. Serás sempre presença ausente que em mim pressente o vazio dos dias.
Publicado por Maurice e transcristo para o meu blog pois de uma forma simples e complexa me define. O meu sincero obrigado.
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